“Pendura os cobertores pelo quarto, vamos fazer uma cabana como duas crianças. Deita aqui comigo, divide esse pequeno espaço da nossa cama e me abraça […] vou acariciar teus cabelos, olhar teus olhos. E talvez o medo vá embora, abandone essa tentativa alucinada de me fazer desistir de lutar. Talvez eu finalmente me convença que sou suficiente para te fazer feliz ou pelo menos sou necessária na tua vida. Ciume? Tenho sim, daquela sua vizinha que sorri ao te ver sair de casa ou até da tua irmã que pode ser mais presente no seu dia do que eu. Insegurança? Tenho também, sei que não sou perfeita, muitas vezes até tento controlar meus defeitos e acabo exagerando um pouco com eles. E amor? É engraçado, mas esse eu sinto o tempo todo, junto com você, no nosso canto, na vida inteira […] amor, cada vez mais forte.”